quarta-feira, 26 de maio de 2010

Dúvidas dessa coisa que se chama viver.

Amizade - do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego. é uma relação afetiva, a princípio sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.
A amizade é uma das mais comuns relações interpessoais que a maioria dos seres humanos tem na vida. Em caso de perda da amizade, sugere-se a reconciliação e o perdão. Carl Rogers diz que a amizade "é a aceitação de cada um como realmente ele é".
É fácil conceituar algo nada conceituável, não? A prática é que é o problema. E esse problema fica maior ainda quando durante essa 'prática' tu te deparas com decepções e ilusões. Nas amizades entre namorados, é simples (ou não): acaba-se a relação e tudo certo (ou não). Nas relações entre familiares, tu tem que, definitivamente, resolver, porque pai e mãe, são pai e mãe. Mas e quando acontece numa relação entre pessoas diferentes, com nenhum vínculo a não ser a própria amizade? As dúvidas crescem muito em relação ao que é certo, errado, verdade, mentira na pessoa, em si próprio e em toda a relação.
A conclusão que eu chego é a de que eu preciso estudar um pouco psicologia para me entender e entender essas relações e pessoas...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O brilho nos olhos...


Intercom Sul é um dos maiores congressos do sul de comunicação. Que acontece, sempre, em alguma Universidade ligada ao evento. Este ano, a sede foi a minha 'segunda casa' - a Feevale.
Foram três dias, em que passaram pelo Campus pessoas de diversos cantos do sul do Brasil. Foram 1.700 inscritos, que vieram para apresentar trabalhos, conhecer gente nova, tomar um chimarrão numa roda de amigos, trocar experiências... enfim, quando estamos falando de comunicação, o resultado é realmente, uma infinidade de coisas.
Foram oficinas de todas as àreas da comunicação, palestras interessantes que trouxeram muito conteúdo para nós, estudantes e aprendizes dessa loucura toda.
Sim, loucura. Porque é algo mágico, que te envolve, e que se tu gosta, te faz muito feliz.
Mas de tudo o que eu vi - e vivi - durante esses três dias, sem dúvida, onde eu mais aprendi foi no último painel a noite, o qual eu produzi um texto para a cobertura especial do Núcleo de Jornalismo da Feevale.


Profissão Repórter... ah! Um dos trabalhos mais desejados de qualquer estudante de jornalismo. O Profissão Repórter é um programa da Rede Globo de Televisão que conta histórias sob outro olhar. Esse olhar é geralmente, de estudantes de jornalismo recém-formados que recebem orientações de ninguém menos do que Caco Barcelos e Marcel Souto Maior, diretores e coordenadores do programa.
Marcel, que é diretor do programa junto a Caio Cavechini, um dos repórteres do Profissão, vieram até a Feevale para finalizar o último painel do Intercom Sul 2010.
Um com uma vasta carreira de diretor e roteirista de uma das maiores emissoras do Brasil e outro com uma pequena carreira, mas um grande diferencial, que na fala de Marcel, o fez entrar para a turma do programa: “o brilho nos olhos”.Além dessa característica, que é fundamental, Marcel aproveitou para dar dicas aos futuros comunicadores, que lotaram um auditório para acompanhar. Para uma boa reportagem de televisão, o envolvimento real e legítimo com o entrevistado é essencial, para ter um olhar diferente do comum, para trazer ao telespectador algo diferente do normal.
Para mostrar esse diferencial, é necessário também, segundo Marcel, se interessar pela história do outro, fazer daquilo uma curiosidade e se envolver de verdade. “Só assim, poderemos criar ou encontrar um novo meio de contar uma história”. Caio contou ao público, a sua experiência e mostrou o seu diferencial, o que o fez entrar para o programa, que é, de acordo com ele, uma união. “É uma união da experiência do Caco (Barcelos) com os novos talentos dos estudantes”, contou.

Humanizar as pessoas, contar suas histórias, sem ser sensacionalista. Lembrando sempre que em televisão, a imagem diz tudo. Mostrar com um jornalismo diferente, a verdadeira realidade das pessoas, porque, segundo Marcel, aquele outro tipo, distante do real, “não vai vingar”.Com todas essas dicas, os estudantes que estiveram presentes na palestra vão, com toda a certeza, pensar nessa mudança, nesse jornalismo diferente, de contar histórias.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O mundo das maravilhas 'à la' anos 50...


De tanto ouvir falar, ler e tudo mais fui assistir neste final de semana frio o 'Alice no País das Maravilhas', de Tim Burton. O que vi claramente foi uma certa releitura do desenho criado por Walt Disney em 1951, com algumas mudanças no enredo. Agora, Alice é mais velha e está prestes a se tornar noiva de quem ela não gosta nenhum pouco. Mas o coelho branco com o relógio em mãos é o mesmo e até a história das rosas cor de carmim aparece nas palavras de sua 'possível' sogra. O líquido para diminuir e o bolo para aumentar, a mini-porta e a lagarta azul com sua frase principal - quem és tu? - são iguais, idênticas e maravilhosamente iguais ao lindo desenho animado. Até os gordinhos e as flores falantes são iguais! O chapaleiro maluco, mesmo vindo com o maravilhso Johnny Depp, é igual, com o mesmo discurso, com sua lebre maluca e seu ratinho. Confesso que as mudanças serviram para contar uma nova história, diferente daquela da animação, mas me fez sentir saudade dos meus tempos de alice em fita cassete. "Coooortem a cabeça" - a frase é a mesma, o que mudou foi a grande cabeça ao invés do grande corpo - a rainha de copas do desenho era gordinha - mas a frase e as cartas são as mesmas.
Enfim, Alice não me surpreendeu. Talvez porque eu já conheça bem o desenho e esperasse 'algo mais' ou talvez porque não teve uma história tão emocionante assim.
Mas o que valeu mesmo, foi lembrar de todo o filme em desenho e matar a saudade...

terça-feira, 11 de maio de 2010

twittar tem seu valor!


Durante cerca de duas horas, eu e mais quatro estudantes de jornalismo twittamos loucamente e sem parar. Para quê tudo isso? Porque fizemos parte do grupo de estudantes que cobriram as 18 palestras feitas por profissionais da comunicação em cada uma das Universidade do Estado. Aqui na Feevale, em Novo Hambugo, Rodrigo Lopes deu o 'ar de sua graça' para os alunos da instituição. Contou sobre suas viagens e as mais loucas e trabalhosas coberturas. Creio que não só eu, que estava 'trabalhando' durante a palestra, mas como também todos os que estavam presentes tiraram muito proveito de todas as dicas que o jornalista deu, além de dar muitas risadas das histórias dele.
Nós, os cinco doidos e twitteiros tinhamos um importante tarefa: mostrar aos visitantes do site zerohora.com tudo o que estava rolando na palestra. Desde frases do jornalista, manifestações do público, fotos e dicas. Mas foi uma experiência única e muito proveitosa. Além do mais, hehe, me rendeu uma fotinho na capa do site da ZERO! (meio narcizista isso, não?) hahahaha

terça-feira, 4 de maio de 2010

O twitter e seus benefícios!


Já pensou em ser repórter através do twitter para um dos maiores jornais do estado? Pois é, eu nunca! E hoje é exatamente isso que eu e mais quatro colegas de curso vamos ter o prazer de fazer!
Cobrir a palestra do Rodrigo Lopes através do twitter, com ligação direta ao blog do editor do site da zerohora.com.
Além de prazer e honra, o legal é que pessoas super importantes como a Bárbara Nickel, editora de mídias sociais do ZH nos chamam pelo nome, nos conhecem e nos dá orientações sobre como fazer, o que fazer e o que não fazer..
Enfim, nervosismo pode ser a palavra que mais me define agora! Ou talvez.. curiosidade!
Bom twitter pra todo mundo! ô ferramenta divers!